O Windows 11 está "comendo" a sua RAM? Calma, talvez não seja um defeito
O alto uso de RAM no Windows 11 assusta, mas na maioria das vezes é o sistema tentando ser mais rápido através do pré-carregamento de dados.
Sabe aquela sensação de abrir o Gerenciador de Tarefas e levar um susto ao ver que o Windows 11está usando 4GB ou 5GB de RAM sem você estar fazendo praticamente nada? Eu já passei por isso e sei como dá uma raiva ver o computador "parado" e consumindo tanto recurso. A primeira coisa que a gente pensa é que o sistema é pesado, mal otimizado ou que tem algum vírus minerando por trás. Mas, depois de pesquisar e entender como a Microsoft mudou a lógica do sistema, a visão muda um pouco.
O grande vilão — que na verdade quer ser o herói — é um processo chamado SysMain, antigo Superfetch. A lógica deles é simples: memória RAM parada é dinheiro jogado fora. Se você tem 16GB de RAM o Windows pensa: "por que deixar isso vazio?". Ele começa a carregar partes do Chrome, do Spotify ou do seu editor de fotos antes mesmo de você clicar neles. Assim, quando você clica, o app abre instantaneamente. É como se o sistema estivesse arrumando a mesa do café antes de você acordar.
Claro que nem tudo são flores. O Windows 11 é visualmente muito mais exigente. Aqueles efeitos de transparência bonitos, chamados de Mica Material e as animações suaves cobram seu preço na placa de vídeo e na memória. Além disso, temos os Widgets que ficam ali no cantinho consumindo dados e RAM para te mostrar o clima ou notícias que, convenhamos, nem sempre a gente quer ver.
Outro ponto que ninguém fala muito é a segurança. O Windows 11 leva a sério o isolamento de processos (VBS). Ele cria pequenas "bolhas" de segurança para que um processo não invada o outro. Isso é ótimo contra hackers, mas cada bolha dessas gasta um pouquinho mais de memória. No fim das contas, se você tem 8GB de RAM, vai sentir o sistema mais apertado. Se tem 16GB ou mais, o Windows vai se espalhar como se estivesse em uma cama de casal.
O segredo para não passar raiva é observar se o PC está travando. Se o uso está alto, mas tudo flui bem, o Windows está apenas fazendo o trabalho dele. Agora, se o Chrome começa a recarregar abas o tempo todo ou o mouse dá aquelas travadinhas, aí sim vale a pena desativar alguns programas de inicialização automática. No fim das contas, o Windows 11 não é necessariamente "pesado", ele só é guloso por desempenho e tenta usar tudo o que você ofereceu para ele em termos de hardware.
Fonte: https://www.microsoft.com/pt-br/windows/windows-11-specifications?r=1
O grande vilão — que na verdade quer ser o herói — é um processo chamado SysMain, antigo Superfetch. A lógica deles é simples: memória RAM parada é dinheiro jogado fora. Se você tem 16GB de RAM o Windows pensa: "por que deixar isso vazio?". Ele começa a carregar partes do Chrome, do Spotify ou do seu editor de fotos antes mesmo de você clicar neles. Assim, quando você clica, o app abre instantaneamente. É como se o sistema estivesse arrumando a mesa do café antes de você acordar.
Claro que nem tudo são flores. O Windows 11 é visualmente muito mais exigente. Aqueles efeitos de transparência bonitos, chamados de Mica Material e as animações suaves cobram seu preço na placa de vídeo e na memória. Além disso, temos os Widgets que ficam ali no cantinho consumindo dados e RAM para te mostrar o clima ou notícias que, convenhamos, nem sempre a gente quer ver.
Outro ponto que ninguém fala muito é a segurança. O Windows 11 leva a sério o isolamento de processos (VBS). Ele cria pequenas "bolhas" de segurança para que um processo não invada o outro. Isso é ótimo contra hackers, mas cada bolha dessas gasta um pouquinho mais de memória. No fim das contas, se você tem 8GB de RAM, vai sentir o sistema mais apertado. Se tem 16GB ou mais, o Windows vai se espalhar como se estivesse em uma cama de casal.
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Fonte: https://www.microsoft.com/pt-br/windows/windows-11-specifications?r=1
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